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Discovery investiga as "aparições" de ETs
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
sábado, 6 de novembro de 2010
Dilma passeia de helicóptero pela Bahia
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Dilma passeia de helicóptero pela Bahia
Estadão - há 49 minutos
Depois de ser flagrada por repórteres na Praia do Patizeiro, a 21 quilômetros do centro de Itacaré (BA), no litoral sul da Bahia, a presidente eleita Dilma Rousseff fez um passeio de helicóptero pelas praias baianas entre a tarde eo início da noite de ...
Último Segundo - iG - Zero Hora - O Globo - Jornal A Região Dilma foi convidada oficialmente para reunião de Cúpula do G-20 (Postado por Erick Oliveira)
O governo da Coreia do Sul encaminhou na quinta-feira, 4, convite ao Brasil para que a presidente eleita Dilma Rousseff participe oficialmente da reunião do G-20, em Seul, nas programações da Cúpula nos dias 11 e 12 de novembro. Sendo assim, Dilma estará ao lado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva participando não só do jantar oferecido pelo presidente sul coreano aos integrantes do G-20 na noite da próxima quinta-feira, dia 11, como do almoço e de todas as reuniões da Cúpula no dia 12, sexta-feira.
Hoje o Diário Oficial da União publicou que a presidente eleita Dilma Rousseff e dois assessores se integram à comitiva de Lula em Seul. A presidente eleita viajará em voo comercial do Brasil para Seul, com todas as despesas pagas pelo governo brasileiro. Depois, ela retorna ao Brasil junto com Lula, a bordo do Aerolula.
Esta não é a primeira vez que um presidente da República brasileiro convida o presidente eleito para lhe acompanhar em uma viagem oficial. Em 9 dezembro de 1994, o ex-presidente Itamar Franco levou o então presidente eleito Fernando Henrique para acompanhá-lo à primeira Cúpula das Américas, em Miami. Antes de Seul, Lula estará em Maputo, Moçambique, por dois dias, mas sem a presença de Dilma.
Hoje o Diário Oficial da União publicou que a presidente eleita Dilma Rousseff e dois assessores se integram à comitiva de Lula em Seul. A presidente eleita viajará em voo comercial do Brasil para Seul, com todas as despesas pagas pelo governo brasileiro. Depois, ela retorna ao Brasil junto com Lula, a bordo do Aerolula.
Esta não é a primeira vez que um presidente da República brasileiro convida o presidente eleito para lhe acompanhar em uma viagem oficial. Em 9 dezembro de 1994, o ex-presidente Itamar Franco levou o então presidente eleito Fernando Henrique para acompanhá-lo à primeira Cúpula das Américas, em Miami. Antes de Seul, Lula estará em Maputo, Moçambique, por dois dias, mas sem a presença de Dilma.
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
Desafio de Dilma é provar que não é “Lula de batom”, diz revista britânica
publicado em 05/11/2010 às 11h57:
The Economist afirma que ela tem de acalmar investidores e analisa os próximos desafios
Do R7
A revista britânica The Economist, na edição desta semana, traz uma análise sobre os desafios de Dilma Rousseff após a vitória nas urnas. A publicação diz que a presidente eleita deve enfrentar os desafios de acalmar os investidores, assim como fez o presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 2002, e de provar que não é apenas o “Lula de batom”.
A revista relata que Dilma se elegeu levantando a bandeira da continuidade e fez um discurso logo após a eleição descartando mudanças na economia que causem “ondas ou confusão”, mas levanta desconfianças por ter feito parte de uma organização de esquerda durante a ditadura e de ser de uma ala do PT que defende intervenção do Estado na economia.
A publicação ressalta que os críticos estarão de olho nela, a partir de 1º de janeiro, para saber de que forma Dilma vai lidar com a responsabilidade fiscal. Para manter suas promessas, a nova presidente “terá de cortar partes do Orçamento em que Lula não tocou, como as pensões do serviço público. Mas atacar essas vantagens irritaria a base dela e os sindicatos, que ainda são uma força considerável no PT ”.
Mas, segundo a The Economist, se Dilma estiver disposta a brigar pelas reformas, ela vai ter mais chances de se sair bem do que Lula. Diferentemente de seu antecessor, a nova presidente terá ampla maioria nas duas Casas: Câmara e Senado. The Economist diz ainda que as nomeações da nova presidente deverão passar “por escrutínio” [avaliação] e que os investidores esperam que ela convença Henrique Meirelles, presidente do Banco Central, a ficar no governo. Os mesmos investidores também estariam de olho em Antonio Palocci, cotado para a Casa Civil.
Bulgária e Macedônia 'disputam' origens de Dilma Rousseff (Postado por Erick Oliveira)
Pai de Dilma emigrou ao Brasil nos anos 40
As origens da família da presidente eleita Dilma Rousseff provocaram desavenças entre meios de comunicação da Bulgária e da Macedônia.
A agência de notícias búlgara Novinite.com escreveu nesta quinta-feira um editorial criticando o jornal macedônio Dnevnik, por 'informações inverídicas sobre a recém-eleita presidente do Brasil'.
Na quarta-feira, o Dnevnik publicou reportagem que diz que Petar Russev - pai de Dilma, que quando emigrou ao Brasil, no anos 40, mudou seu nome para Pedro Rousseff - tem 'origens macedônias', porque, alega o jornal, nasceu numa vila chamada Gabrovo, na 'região macedônia de Pirin'. O Dnevnik cita como fonte um grupo no Facebook que teria sido reproduzido pela Novinite.
A agência búlgara negou e reagiu dizendo que a reportagem macedônia é 'tendenciosa' e 'confunde dois lugares na Bulgária': a cidade de Gabrovo, no centro do país, onde há registros sobre a família Rousseff, e a vila de Gabrovo, na região de Pirin, sudeste do país.
A Gabrovo do centro da Bulgária organizou mostra sobrre os Rousseff
Pirin é uma região que pertence oficialmente à Bulgária, mas tem uma presença significativa de habitantes de origem macedônia, segundo a seção macedônia do serviço mundial da BBC.
O jornal macedônio Dnevnik, o mais lido do país, não explica como concluiu que o pai de Dilma teria nascido na região de Pirin.
Já na cidade de Gabrovo, no centro da Bulgária, há registros (ainda que poucos) sobre Petar Russev, e o município organizou uma exposição com fotos da família da presidente eleita brasileira, além de árvores genealógicas.
Fronteiras
A Novinite acusa a reportagem do Dnevnik de 'aparentemente brincar com a reivindicação latente circulada pela imprensa macedônia de que o sudeste da Bulgária é 'território macedônio''. A agência pediu uma retratação ao jornal, mas até esta quinta-feira não tinha recebido resposta.
O geógrafo brasileiro Nelson Bacic Olic, autor de livros sobre o Leste Europeu e um dos editores do jornal de geopolítica Mundo, explicou à BBC Brasil que diversos países - como Bulgária, Grécia e Albânia - têm até hoje resquícios da região histórica da Macedônia e populações dessa origem.
'É um mapa intrincado. A região passou por intensas mudanças de fronteira em sua história', explica. 'Em momentos de crise (como o atual), reacendem ali reivindicações nacionalistas.'
A região de Pirin, por exemplo, trocou de mãos entre búlgaros e macedônios durante a Segunda Guerra Mundial, mas hoje pertence oficialmente à Bulgária.
Segundo a jornalista búlgara Milena Hristova, da Novinite, a posse búlgara do território 'é questionada apenas por elementos radicais da Macedônia e pela imprensa'.
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quinta-feira, 4 de novembro de 2010
Pronta para viajar, Dilma foi chamada às pressas (Postado por Erick Oliveira)
A presidente eleita, Dilma Rousseff (PT), já estava com as malas colocadas dentro do carro para uma viagem de descanso quando foi chamada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao Palácio do Planalto, ontem pela manhã. Ao recebê-la, Lula disse que estava preocupado com as notícias sobre a montagem do governo, consequência da disputa por cargos entre os partidos da coligação.
Lula sugeriu a Dilma que tomasse o processo de formação do governo exclusivamente em suas mãos, para evitar que se transforme numa crise política antes mesmo da posse, em 1.º de janeiro.
Observou ainda que sabe muito bem o que ocorre nesses momentos, em que uma porção de lados tenta garantir o espaço num futuro governo, à base de fofocas e de todo tipo de rasteiras possíveis.
Assim, embora tenha declarado para os jornalistas que em sua cabeça funciona a tese do 'rei morto, rei posto', para se referir ao momento de transição na chefia do Executivo, Lula acabou por revelar que ainda está bem vivo e com plena influência sobre a sucessora.
Ele a fez atrasar a viagem e a conceder, a seu lado, uma entrevista coletiva cujo objetivo foi um só: acalmar os partidos aliados e dizer que montagem de ministério agora não vale.
Fator PMDB. De acordo com informação de bastidores, Lula considerou falha tanto a atitude de Dilma quanto a de seus principais colaboradores - o presidente do PT, José Eduardo Dutra, o secretário-geral do partido, José Eduardo Martins Cardozo, e outros petistas, como Marco Aurélio Garcia -, que na segunda-feira fizeram uma reunião com a eleita para tratar da fase de transição de governo e não chamaram ninguém do PMDB.
No dia seguinte, diante de um PMDB muito irritado, Dilma anunciou a escolha de seu vice, Michel Temer (PMDB-SP), para coordenar a equipe de transição. Na opinião do presidente, de acordo com informação de bastidores, a reunião sem ninguém do PMDB foi um grande erro. E erros desse tipo dão margem para o aumento das fofocas, brigas e rasteiras num momento muito sensível, que é o da montagem do governo.
Lula sugeriu a Dilma que tomasse o processo de formação do governo exclusivamente em suas mãos, para evitar que se transforme numa crise política antes mesmo da posse, em 1.º de janeiro.
Observou ainda que sabe muito bem o que ocorre nesses momentos, em que uma porção de lados tenta garantir o espaço num futuro governo, à base de fofocas e de todo tipo de rasteiras possíveis.
Assim, embora tenha declarado para os jornalistas que em sua cabeça funciona a tese do 'rei morto, rei posto', para se referir ao momento de transição na chefia do Executivo, Lula acabou por revelar que ainda está bem vivo e com plena influência sobre a sucessora.
Ele a fez atrasar a viagem e a conceder, a seu lado, uma entrevista coletiva cujo objetivo foi um só: acalmar os partidos aliados e dizer que montagem de ministério agora não vale.
Fator PMDB. De acordo com informação de bastidores, Lula considerou falha tanto a atitude de Dilma quanto a de seus principais colaboradores - o presidente do PT, José Eduardo Dutra, o secretário-geral do partido, José Eduardo Martins Cardozo, e outros petistas, como Marco Aurélio Garcia -, que na segunda-feira fizeram uma reunião com a eleita para tratar da fase de transição de governo e não chamaram ninguém do PMDB.
No dia seguinte, diante de um PMDB muito irritado, Dilma anunciou a escolha de seu vice, Michel Temer (PMDB-SP), para coordenar a equipe de transição. Na opinião do presidente, de acordo com informação de bastidores, a reunião sem ninguém do PMDB foi um grande erro. E erros desse tipo dão margem para o aumento das fofocas, brigas e rasteiras num momento muito sensível, que é o da montagem do governo.
Lula cancela reunião ministerial e concede entrevista em tom de despedida
Igor Silveira
A agenda oficial da Presidência da República marcava, para as 9h30 de ontem, uma reunião de coordenação. Faltando 10 minutos para o compromisso, no entanto, uma mensagem publicada pela assessoria de imprensa do Palácio do Planalto no Twitter informava uma alteração significativa.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva não se reuniria mais com os chefes de pastas estratégicas e receberia a presidente eleita, Dilma Rousseff. O primeiro encontro oficial entre os dois durou cerca de uma hora e possibilitou a Lula apresentar a futura presidente e, novamente, reforçar que não vai interferir no próximo governo. Ele aproveitou para mandar um recado à oposição, pedindo que os rivais deem mais atenção aos interesses nacionais e menos às disputas políticas.
Ouça trecho da entrevista
Lula estava bem-humorado. Enquanto cumprimentava os jornalistas, tecia comentários rápidos, em tom de alívio, sobre a vitória de sua pupila no pleito do último domingo.
Mesmo com a presença dos ministros Alexandre Padilha, das Relações Institucionais; Guido Mantega, da Fazenda; Paulo Bernardo, do Planejamento; e Franklin Martins, da Comunicação Social; o presidente preferiu conversar sozinho com Dilma. De acordo com Lula, essa deve ser a primeira de muitas reuniões entre os dois até o fim do ano. Ele quer discutir com a presidente eleita antes de tomar decisões que terão impacto direto sobre a próxima gestão, como a indicação do próximo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) e a compra de caças militares para a Força Aérea Brasileira.
A simbólica passagem de bastão de Lula para Dilma ficou evidente em um segundo momento da entrevista coletiva que os dois deram após a reunião. O presidente fez questão de se despedir de todos e voltar ao gabinete presidencial para deixar a ex-ministra respondendo às perguntas mais à vontade. Lula quer ressaltar a ideia de que o governo, incluindo a equipe ministerial de Dilma, será feito “à imagem e semelhança” da presidente eleita.
“É ela, e somente ela, quem pode dizer aos partidos aliados se concorda ou não com as pessoas, e somente ela e os partidos aliados é quem irão construir a coalizão. Na minha cabeça, funciona a seguinte tese: rei morto, rei posto. Um ex-presidente da República não indica, não veta. Só darei algum conselho se, um dia, for pedido.”
Lembrando que fez parte da oposição durante muitos a-nos e que “perdeu mais eleições presidenciais que Serra”, Lula disse que se opor aos governos de maneira “raivosa e vingativa”, não acrescenta à democracia. “Contra mim, não tem problema, podem continuar raivosos, podem continuar do jeito que sempre foram. Mas, a partir de 1º de janeiro, que eles olhem um pouco mais o Brasil, que eles torçam para que o Brasil dê certo, porque, cada vez que tomam alguma atitude, em vez de prejudicar o presidente, eles prejudicam a parte mais pobre da população.”
Descartada a volta em 2014
» O presidente Lula rechaçou a possibilidade de concorrer às eleições de 2014. Ele classificou a hipótese como uma “temeridade” porque, “com os altos índices de aprovação do governo, a expectativa gerada seria infinitamente maior que no pleito de 2002”. “Contarei até um milhão toda vez que pensar em voltar”, disse. “Dilma não precisa inventar. Se ela fizer tudo o que ela sabe que tem que fazer, ela tem todo o direito de, em 2014, ser candidata outra vez”, emendou.
A agenda oficial da Presidência da República marcava, para as 9h30 de ontem, uma reunião de coordenação. Faltando 10 minutos para o compromisso, no entanto, uma mensagem publicada pela assessoria de imprensa do Palácio do Planalto no Twitter informava uma alteração significativa.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva não se reuniria mais com os chefes de pastas estratégicas e receberia a presidente eleita, Dilma Rousseff. O primeiro encontro oficial entre os dois durou cerca de uma hora e possibilitou a Lula apresentar a futura presidente e, novamente, reforçar que não vai interferir no próximo governo. Ele aproveitou para mandar um recado à oposição, pedindo que os rivais deem mais atenção aos interesses nacionais e menos às disputas políticas.
Ouça trecho da entrevista
Lula estava bem-humorado. Enquanto cumprimentava os jornalistas, tecia comentários rápidos, em tom de alívio, sobre a vitória de sua pupila no pleito do último domingo.
Mesmo com a presença dos ministros Alexandre Padilha, das Relações Institucionais; Guido Mantega, da Fazenda; Paulo Bernardo, do Planejamento; e Franklin Martins, da Comunicação Social; o presidente preferiu conversar sozinho com Dilma. De acordo com Lula, essa deve ser a primeira de muitas reuniões entre os dois até o fim do ano. Ele quer discutir com a presidente eleita antes de tomar decisões que terão impacto direto sobre a próxima gestão, como a indicação do próximo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) e a compra de caças militares para a Força Aérea Brasileira.
A simbólica passagem de bastão de Lula para Dilma ficou evidente em um segundo momento da entrevista coletiva que os dois deram após a reunião. O presidente fez questão de se despedir de todos e voltar ao gabinete presidencial para deixar a ex-ministra respondendo às perguntas mais à vontade. Lula quer ressaltar a ideia de que o governo, incluindo a equipe ministerial de Dilma, será feito “à imagem e semelhança” da presidente eleita.
“É ela, e somente ela, quem pode dizer aos partidos aliados se concorda ou não com as pessoas, e somente ela e os partidos aliados é quem irão construir a coalizão. Na minha cabeça, funciona a seguinte tese: rei morto, rei posto. Um ex-presidente da República não indica, não veta. Só darei algum conselho se, um dia, for pedido.”
Lembrando que fez parte da oposição durante muitos a-nos e que “perdeu mais eleições presidenciais que Serra”, Lula disse que se opor aos governos de maneira “raivosa e vingativa”, não acrescenta à democracia. “Contra mim, não tem problema, podem continuar raivosos, podem continuar do jeito que sempre foram. Mas, a partir de 1º de janeiro, que eles olhem um pouco mais o Brasil, que eles torçam para que o Brasil dê certo, porque, cada vez que tomam alguma atitude, em vez de prejudicar o presidente, eles prejudicam a parte mais pobre da população.”
Descartada a volta em 2014
» O presidente Lula rechaçou a possibilidade de concorrer às eleições de 2014. Ele classificou a hipótese como uma “temeridade” porque, “com os altos índices de aprovação do governo, a expectativa gerada seria infinitamente maior que no pleito de 2002”. “Contarei até um milhão toda vez que pensar em voltar”, disse. “Dilma não precisa inventar. Se ela fizer tudo o que ela sabe que tem que fazer, ela tem todo o direito de, em 2014, ser candidata outra vez”, emendou.
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